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Estelionatários lucram mais de R$ 100 mil em golpes da falsa carta de crédito


Flagrante aconteceu por volta das 17h de ontem (17), em um café localizado na Avenida Afonso Pena, no Bairro Chácara Cachoeira
Parte de documentos apreendidos pela Polícia Civil (FOTO: Henrique Kawaminami)

Quatro golpistas foram presos sob suspeita de lucrarem mais de R$ 100 mil com cartas de crédito falsas, em Campo Grande. O flagrante aconteceu por volta das 17h de ontem (17), em um café localizado na Avenida Afonso Pena, no Bairro Chácara Cachoeira. Oito vítimas com idades entre 32 e 44 anos vindas de Sidrolândia marcaram encontro com o grupo para tratar do negócio e acionaram a polícia.

Os suspeitos Clésio de Jesus Ruas, 36 anos, Guilherme Natali da Silva, 22 anos, Juliano César Pasti Marcelo, 23 anos, e Pedro Henrique Natali da Silva, 23 anos, foram autuados por estelionato, associação criminosa e falsidade ideológica. Eles foram levados para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro. O caso será encaminhado para Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Defraudações, Falsificações.

Conforme a Polícia Civil, as vítimas contaram que conheceram os autores por indicação de um pessoa identificada apenas como Carpegiani e pelas redes sociais. Elas compraram, cada uma, cartas de crédito - parte delas foram pagas à vista. Porém, após pagamento em dinheiro e transferências bancárias, os suspeitos deixaram de manter contato com frequência.

O prejuízo passa dos R$ 100 mil, porém os contratos somam cerca de R$ 300 mil. As vítimas davam entrada e parcelavam o restante. Elas desconfiaram que caíram no golpe porque foram juntando as peças: como falta de reconhecimento de firma nos documentos, que eram apresentados já assinados nas reuniões marcadas. Segundo a polícia civil, só uma das vítimas, por exemplo, teve prejuízo de R$ 40 mil.

Há suspeita de que outras vítimas, inclusive de outros Estados, tenham caído no mesmo golpe. Os policiais encontraram no hotel em que estava a quadrilha outros contratos em nome de terceiros, que ainda não foram identificados. (Com informações Campo Grande News).


Fonte: Campo Grande News