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Pedágio tem aumento em 4 das 9 praças ao longo da BR-163


O reajuste foi autorizado pela Deliberação nº 700 da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicado pelo Diário Oficial da União
Cobrança nova entra em vigor à 0h desta sexta, dia 14. (FOTO: Divulgação)

Os usuários da rodovia BR-163, regida pela concessão da CCR MSVia, terão de pagar um pouco mais pelo pedágio em 4 das 9 praças de cobrança espalhadas ao longo de mais de 840 quilômetros de rodovia. No entanto, três destas praças estão no trecho entre Campo Grande e Mundo Novo, parte sul da rodovia, que soma 463 km.

O aumento será de R$ 0,10 na tarifa nas cidades de Mundo Novo, que passa para R$ 5,10, Itaquiraí, que passa para R$ 7, Rio Brilhante, que passa para R$ 7,10, e Jaraguari, que passa para R$ 6,10. As cidades de Caarapó (R$ 7), Campo Grande (R$ 7,80), São Gabriel do Oeste (R$ 5,90), Rio Verde de Mato Grosso (R$ 7,80) e Pedro Gomes (R$ 5,80) não terão alteração nos preços.

Motos pagarão mais apenas na praça de pedágio de Itaquiraí, onde o preço aumenta de R$ 3,40 para R$ 3,50.

A nova cobrança entra em vigor a partir da zero hora desta sexta (14). A alteração acontece exatamente um ano depois do mais recente aumento, conforme determina o contrato de concessão. O reajuste foi autorizado pela Deliberação nº 700 da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicado pelo Diário Oficial da União nesta quinta-feira (13).

Segundo informou a CCR, para percorrer os 845,4 quilômetros de extensão da BR-163/MS, o motorista de veículo de passeio vai desembolsar R$ 59,60, o que equivale a 0,7% de acréscimo (hoje, desembolsa R$ 59,20).

No entanto, que parte de Campo Grande rumo ao norte, se percorrer toda a extensão da BR até a divisa com Mato Grosso, pagará apenas R$ 0,10 a mais do que paga hoje. Quem parte de Campo Grande para Mundo Novo, paga R$ 0,30 a mais.

Desde 2016, seis praças de pedágio tiveram aumento de R$ 0,50 na cobrança e as demais, R$ 0,40 de acréscimo. Quatro destas com aumento maior são na parte sul, apenas duas na parte norte. (Com informações Jornal O Progresso).


Fonte: Jornal O Progresso